
Um morango adoça a boca
Degustado... Lentamente... Vagarosamente...
No entanto é um prazer que a poucos se dá!
Pois aqueles vorazes, na pressa e volúpia da fruta
Acabam por esbarrar em seu azedume primordial
Deve-se ao contrário,
Sentir seu aroma, tocar-lhe levemente com a língua
Morde-lo sem azáfama, deixando seu líquido gentil
Invadir a boca, pouco a pouco,
E ir buscar a sua doçura e essência
Depois mastigar lhe levemente...
Deixar que ela invada seu próprio ser,
Fazendo parte de ti mesmo
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